“A reconstrução da vida passa pela igreja que estende a mão”: foi assim que
Arthur Neto, guitarrista do Ministério Novo Êxodo e ex-detento, definiu o trabalho das pastorais da Caridade e Sobriedade. Neto conheceu as pastorais enquanto esteve detido, período que durou 20 anos. Experiências como essas podem ser encontradas no módulo Caridade, montado no XXI Hallel. Neto também
destaca a importância do Módulo para a juventude: “aqui estamos alertando, mostrando o problema e mostrando que a igreja se faz presente onde ninguém quer ir”.

Tendo como padroeiro São Maximiliano Kolbe, as pastorais da Caridade e Sobriedade coordenam juntas o módulo, trabalham em conjunto nos presídios, acolhendo as famílias dos detentos e ainda auxiliam depois que estes cumprem a pena. Coordenado pela Ordem Mercedária (religiosos que têm o carisma dos excluídos), o diácono permanente, Luiz Tranquilino, participa deste trabalho há quase três décadas e conta com alegria tal vivência: “é uma experiência rica, pois
acompanhamos as pessoas e percebemos que nesta missão acontecem mudanças”.

O Ministério Novo Êxodo foi criado há 21 anos e continuou a evangelizar por meio da música mesmo depois que os integrantes deixaram a prisão e ganharam a liberdade. No XXI Hallel, eles irão tocar no Rock pela Vida e estarão presente no Módulo da Caridade. Esta é quarta participação deles, que já marcaram presença no festival em 98, 99 e 2006. A banda faz um trabalho preventivo nas escolas abordando os temas das drogas, crimes, realizam shows e pregações em penitenciárias. Para conhecer mais o ministério, basta acessar o Facebook da banda.
Quem quiser conhecer ou participar das pastorais da Caridade e Sobriedade pode entrar em contato: Luiz 99684-5191.
Por: Rafaella Felix
Revisor de texto: Pabllo Vieira