Pela primeira vez em uma edição do Hallel, o palco Rock Pela Vida trouxe a proposta de difundir o rock no cenário católico. As atrações foram coordenadas pelo movimento que deu nome ao espaço e teve muito resultado. Em diversos momentos jovens e crianças se aproximavam do local e curtiam o som das bandas.

O movimento surgiu da percepção de músicos ao verem que apenas tocar não era suficiente, era preciso quebrar barreiras e mostrar que o rock é bem mais que um som. O movimento está inserido em causas sociais com o foco na inclusão. Para isso, possui parcerias com pastorais e movimentos jovens, que atuam juntos na realização de eventos para arrecadação de alimentos e ações que atinjam os moradores de rua. “Essas pessoas precisam de alimento, mas precisam de amor, atenção e de Deus”, afirmou o coordenador do movimento em Brasília, Emerson Dutra.

Além dos moradores de rua, o movimento abre portas para bandas católicas de rock que se sentem marginalizadas ou que não conseguem oportunidade. Com pilares bem definidos, são eles: oração, caridade e a música, o grupo está sempre aberto às propostas das bandas, principalmente daquelas que possuem valores semelhantes. Quando se fala dos anseios para o rock, os coordenadores de Brasília, Mônica e Emerson Dutra, concordam com a “necessidade de espaço”. Com mais de 100 bandas cadastradas, o movimento se espalha por todo o território nacional e não mede esforços para praticar o amor de Deus.